segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Escribas


Flertam com as letras como uma borboleta flerta com as flores. E pela ínfima quantidade de tempo das borboletas na Terra, tudo tem que ser urgente e intenso. As palavras saem num fluxo sem direção ou concordância mas sabem que elas sempre podem dizer alguma coisa. Gostam do jeito como cada letra se beija, formando sons que insistem em fazer mãos e memória dançarem juntas, num baile tão estranho quanto os pedaços de história que eternizam em papel e tinta.



*Fábio Reoli*

2 comentários:

feanor disse...

Olá...

estou te visitando sem muito tempo, mas parabéns por manter um espaço assim... muito bacana...

teh mais ver!!!

Outras memórias disse...

Belo! Terno! Adorei! Beijos,Lauren