quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

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"Então, de repente, sem pretender, respirou fundo e pensou que era bom viver. Mesmo que as partidas doessem, e que a cada dia fosse necessário adotar uma nova maneira de agir e de pensar, descobrindo-a inútil no dia seguinte - mesmo assim era bom viver. Não era fácil, nem agradável. Mas ainda assim era bom. Tinha quase certeza."


Caio Fernando Abreu

4 comentários:

Magno Rocha disse...

Muito bom este seu espaço! Estilo instigante!***
Convite: link do meu blog 'Selva Brasil':
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Meu blog literário:
Neste hospedo contos, crônicas, poemas, foto/imagens e um zine (projeto paralelo). Confira!
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TRECHO DO BLOG (atualizado diariamente)
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"Foi, num arrombo, às compras. Passou pelas vitrines. Passou pelos bonecos de plástico. Passou pelos semáforos. Passou pelos carros/homens de controle-remoto. Desceu ladeiras. Subiu. Riu-se de um vendedor com um megafone. Pensou que só lhes faltavam vestirem-se de palhaços. Parou de pensar ao encontrar à sua frente um circo inteiro convidando para um espetáculo de compras à vista com cinqüenta por cento no cart..."
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LEONARDO SARMENTO disse...

Como diria Nelson;
A vida como ela é...

Bj!

Janaina Gonçalves disse...

Andando pelos blogs encontrei o seu e de cara me identifiquei, ainda mais por esse trecho de Caio F. Abreu. Muito bom!

Outras memórias disse...

Verdade...eis um exercício caro de se fazer!
Onrigada pela lembrança!